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POLÍTICA DE PROTEÇÃO DE ATENDIMENTO EM REDE - PPAR

Organize a rede de proteção do seu município com efetividade

A PPAR é uma política estruturante que define fluxos, responsabilidades e protocolos de atuação integrada entre os órgãos do Sistema de Garantia de Direitos, fortalecendo a proteção de crianças e adolescentes conforme a Lei 13.431/17. 

Por que seu município precisa de uma PPAR?​

Muitos municípios possuem serviços importantes de proteção, mas enfrentam desafios como:

  •  falta de clareza sobre quem deve agir em cada situação
  •  encaminhamentos incorretos ou tardios
  •  ausência de comunicação entre os órgãos da rede
  •  revitimização de crianças e adolescentes
  •  insegurança técnica das equipe

         Sem fluxos definidos, a proteção falha — mesmo quando existem bons profissionais.

PPAR organiza o funcionamento da rede estabelecendo:

Estrutura de Proteção

Fluxos e Encaminhamentos

Estrutura de Proteção

  •  Posicionamento claro dos profissionais SGDCA frente à proteção de crianças e adolescentes;
  • Definição de responsáveis pela PPAR;
  • Organização do comitê de referência da rede;
  • Papéis e atribuições de cada órgão do SGDCA local;
  • ​Fortalecimento da gestão protetiva.

Código de Conduta

Fluxos e Encaminhamentos

Estrutura de Proteção

  • Comportamentos esperados dos profissionais da rede;
  • Posturas éticas no relacionamento com crianças e adolescentes;
  • Limites claros de atuação;
  • ​Responsabilidade de comunicar situações de risco.

Fluxos e Encaminhamentos

Fluxos e Encaminhamentos

Política de Comunicação da Rede de Proteção

  • Passo a passo claro do que fazer diante de uma suspeita ou revelação de caso concreto de violência;
  • Qual órgão deve ser acionado e em que momento;
  • Fluxos de encaminhamentos adequados entre os órgãos que fazem parte de rede de proteção evitando improvisos e erros institucionais.

Política de Comunicação da Rede de Proteção

Política de Comunicação da Rede de Proteção

  • Diretrizes para comunicação entre os órgãos da rede;
  • Orientações sobre abordagem segura e ética;
  • ​Alinhamento entre equipes técnicas, gestão, crianças/adolescentes e famílias.

Estratégias de prevenção da violência institucional

  • Práticas que evitam exposição, constrangimento ou revitimização; 
  • Cuidados na escuta e no acolhimento;
  • ​Postura institucional protetiva.

Capacitação técnica das equipes

  • Formação para compreensão da PPAR;
  • Leitura orientada dos fluxos e protocolos;
  • Espaço para esclarecimento de dúvidas.

Como funciona a consultoria

ETAPA 1: Diagnóstico da estrutura de funcionamento da rede de proteção:

ETAPA 1: Diagnóstico da estrutura de funcionamento da rede de proteção:

ETAPA 1: Diagnóstico da estrutura de funcionamento da rede de proteção:

 

Consultoria, por meio de um encontro online ao vivo (ou presencial), com os gestores das secretarias de assistência social, educação e saúde a fim de realizar:

  • mapeamento dos órgãos locais que fazem parte da rede de proteção local;
  • alinhamento dos fluxos existentes na rede local para a proteção das crianças e adolescentes;
  • identificação dos riscos e necessidades específicas da rede de proteção;
  • coleta de documentos e instrumentais metodológicos já desenvolvidos (caso existam).

ETAPA 2: Desenvolvimento da PPAR personalizada:

ETAPA 1: Diagnóstico da estrutura de funcionamento da rede de proteção:

ETAPA 1: Diagnóstico da estrutura de funcionamento da rede de proteção:

 Com base nas informações da etapa anterior, o CELC constrói a Política de Proteção, validando cada parte com a coordenação da rede de proteção

Principais tópicos da PPAR:

  • ​​estrutura de proteção;
  • código de conduta;
  • fluxo de notificação e encaminhamentos;
  • política de comunicação da rede de proteção;
  • prevenção da violência institucional.

ETAPA 3: Capacitação e entrega técnica da PPAR:

ETAPA 1: Diagnóstico da estrutura de funcionamento da rede de proteção:

ETAPA 3: Capacitação e entrega técnica da PPAR:

​A política é entregue em PDF (e-book) e em formato de hotsite exclusivo, com acesso facilitado a todos os elementos fundamentais. 


Finalizamos com uma capacitação online (ou presencial) com todos os profissionais que compõem a rede de proteção abordando:

  • Apresentação prática da PPAR;
  • Papel de cada órgão na proteção;
  • Dinâmicas para assimilação dos fluxos e orientações.

A consultoria tem como público-alvo as equipes técnicas ​

Secretarias municipais de educação, assistência social e saúde

Secretarias municipais de educação, assistência social e saúde

Secretarias municipais de educação, assistência social e saúde

Conselhos Tutelares

Secretarias municipais de educação, assistência social e saúde

Secretarias municipais de educação, assistência social e saúde

Organizações da Sociedade Civil com múltiplas filiais

Secretarias municipais de educação, assistência social e saúde

Organizações da Sociedade Civil com múltiplas filiais

Sistema de Justiça e segurança pública

Secretarias municipais de educação, assistência social e saúde

Organizações da Sociedade Civil com múltiplas filiais

Diferenciais do ProtegePlay

  • + 15 anos de experiência na proteção de crianças, adolescentes e famílias
  • Equipe especializada em políticas públicas e metodologias participativas
  • Soluções personalizadas, com linguagem acessível e aplicabilidade real
  • Abordagem ética, cuidadosa e legalmente fundamentada

Sua instituição ainda trabalha com protocolos informais?

Agende um reunião online para se informar sobre como implantar uma PPAR

Nossos clientes são importantes para nós. 

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